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Gestão de TI

Contratar desenvolvedor interno ou terceirizar? Um comparativo honesto

Montar um time próprio parece mais barato até entrarem na conta encargos, recrutamento, ferramentas e rotatividade. Compare as duas opções.

· 2 min de leitura

Quando a demanda de software cresce, a primeira ideia costuma ser contratar. Faz sentido em muitos casos, mas a comparação precisa considerar o custo total, não só o salário.

O custo real de um desenvolvedor interno

Além do salário, entram na conta:

  • Encargos e benefícios, que no regime CLT podem somar de 70% a 100% do salário.
  • Recrutamento: tempo de gestores em entrevistas, anúncios e, muitas vezes, consultoria.
  • Tempo até ser produtivo, que costuma ser de um a três meses.
  • Equipamento, licenças e ferramentas.
  • Gestão técnica: alguém precisa revisar código, definir padrões e orientar.
  • Rotatividade: o mercado de tecnologia é disputado, e cada saída leva conhecimento embora e reinicia o ciclo.

Quando o time interno é a melhor escolha

Se o software é o produto principal da empresa, ou se a demanda é contínua e previsível por muitos anos, ter um time próprio faz sentido. O conhecimento fica dentro de casa e o time evolui junto com o negócio.

Quando terceirizar faz mais sentido

  • A demanda varia: há picos de projeto e períodos mais tranquilos.
  • São necessários perfis diferentes (backend, mobile, dados, design) que não justificam uma vaga cada.
  • O prazo é curto e não dá para esperar meses de recrutamento.
  • A empresa não tem liderança técnica para conduzir um time.

O modelo híbrido

Muitas empresas combinam as duas coisas: um ou dois profissionais internos que conhecem o negócio e cuidam da visão técnica, com um parceiro que amplia a capacidade quando necessário. É uma forma de manter o controle sem carregar todo o custo fixo.

O que exigir de um parceiro

Terceirizar só funciona com transparência. Exija código no repositório da sua empresa, documentação, rituais de acompanhamento (como reuniões quinzenais de entrega) e uma transição organizada caso a parceria termine. Assim, o conhecimento fica com você, independentemente de quem escreve o código.

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